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Cores da saúde nos pratos orientais

Mais do que tornar a refeição atraente, as cores da culinária oriental são um prato cheio para a saúde. O colorido dos alimentos, comuns nesses pratos, indica a presença de substâncias importantes para o organismo. Quanto mais cores, maior a diversidade de nutrientes e melhor seu valor nutricional.

Outra vantagem das cores da culinária oriental é que nenhum grupo de alimentos fica de fora do prato. Assim é permitido comer de tudo, sem sacrificar nada. Além disso, como a questão é a variedade e não a quantidade, o resultado é um prato equilibrado e leve. Isso porque para montar a refeição é preciso colocar mais tipos de alimentos em menor quantidade.

Antes de escolher o que vai comer da próxima vez, conheça os seis grupos de cores dos alimentos:

Amarelo-alaranjado

O tom amarelo ou alaranjado vem do betacaroteno, ou pró-vitamina A. É um pigmento fundamental para a manutenção dos tecidos e dos cabelos. O betacaroteno também beneficia a visão noturna e atua no metabolismo das gorduras.

Verde

O pigmento que define a cor deste grupo de alimentos é a clorofila, considerada um possível energético celular. Segundo a medicina chinesa, comer folhas verdes aumenta a oxigenação das células e melhora o metabolismo da energia. Outro efeito da clorofila é potencializar alguns nutrientes encontrados nos vegetais, como a vitamina C.

Vermelho

O vermelho é consequência do licopeno, pigmento com ação semelhante ao betacaroteno. Normalmente aparece associado à vitamina C, formando uma dupla, com efeito, antioxidante que, entre outros benefícios, colabora na prevenção do câncer e do stress.

Preto ou Roxo

Alimentos nas tonalidades roxa, preta ou azulada contêm antocianina, um tipo de pigmento ligado à presença da vitamina B1. E é justamente a vitamina B1 o elemento essencial para a transformação dos carboidratos e outros nutrientes em energia.

Marrom ou Bege

Além das fibras, os alimentos deste grupo fornecem uma grande diversidade de vitaminas e minerais, fundamentais para o equilíbrio e regulação do organismo como um todo.

Agora é só passar no Kiboo e montar seu prato. Tanto o self-service no horário do almoço, quanto os pratos à la carte, oferecem opções, saudáveis, nutritivas e bastante coloridas!

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Publicado por em agosto 31, 2011 em Curiosidades da culinária

 

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Misso shiro: o elixir da vida longa

Imagine um alimento que prolongue o tempo de vida cada vez que você consumi-lo. Falando assim, parece um sonho, como os dos antigos alquimistas que diziam haver um elixir da imortalidade ou da vida longa. Mas, segundo os japoneses ele existe, é uma sopa de soja conhecida como misso shiro. Servida como entrada em todas as refeições no Japão, um prato da sopa significa um dia a mais de vida, de acordo com os nipônicos.

Os ingredientes principais dessa maravilha oriental são o tofú e a pasta de soja, mas a sopa ainda pode levar peixe desidratado, algas e vegetais. O resultado dessa deliciosa combinação é um prato rico em antioxidantes, responsáveis por retardar o envelhecimento, e outras substâncias que melhoram o funcionamento do cérebro e do intestino.

Além de prometer longevidade, a sopa é recomendada para quem deseja manter a forma, 300 ml possui menos de 100 calorias.

O Kiboo Sushi oferece o prato em três versões: o tradicional misso shiro (sopa de soja com tofu), o misso shitake (soja com shitake e cebolinha) e o misso shimeji (soja com shimeji e cebolinha). Assim, o cliente pode optar pelo prato que ache mais saboroso para ter uma refeição, saudável, gostosa e nutritiva!

 
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Publicado por em agosto 16, 2011 em Curiosidades da culinária

 

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Hashi: palitinhos, pauzinhos e afins

Para os que nunca ouviram falar e para aqueles que acham que já ouviram mas não sabem o que significa, o termo japonês hashi refere-se aos famosos “palitinhos japoneses”. Normalmente feitos de bambu ou madeira, e utilizados em praticamente todas as culturas asiáticas, o hashi surgiu pelo menos cinco mil anos antes do nosso conhecido garfo. Utilizá-lo não é uma tarefa fácil para algumas pessoas, mas não exige muito mistério. Veja algumas dicas e saiba como acertar na próxima vez que você for saborear um prato oriental.

1. O hashi deve ser segurado de sua metade para cima e nunca no começo: isso dificulta o movimento e diminui sua habilidade em manipular os pauzinhos. Se você não tem habilidade alguma, acredite, segurar o hashi perto da ponta mais fina não o ajudará a melhorá-la.

2. Nunca espete o hashi na vertical, nem passe a comida de hashi em hashi. Ambos os gestos estão relacionados a cerimônias fúnebres e rituais religiosos, e isso, definitivamente, não é algo que gostaríamos de lembrar em um momento de descontração.

3. Não cruze os pauzinhos. Quando não estiver usando-os ou quando tiver terminado de comer, deposite o hashi em paralelo ao balcão, no suporte apropriado (oki). Se não houver oki, pode-se usar o próprio invólucro de papel, dobrado.

4. Lembre-se: o hashi é um talher e deve ser utilizado apenas para apanhar a comida. Não utilize os pauzinhos para apontar pessoas, objetos ou movimentar pratos e tigelas. Além disso, gesticular com o hashi nas mãos ou balançá-lo no ar também é bastante deselegante segundo a cultura oriental.

Fonte de referência: http://www.mestresdosushi.com.br/materias.jsp

 
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Publicado por em julho 13, 2011 em Cultura Oriental

 

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