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Arquivo da categoria: Curiosidades da culinária

O que fica liberado no rodízio japonês quando o assunto são calorias

Não foi à toa que a comida japonesa ganhou tanta popularidade: as especialidades são exóticas, porém saborosas, e oferecem boas opções para quem está de dieta. “A culinária oriental é rica em peixes de água fria, principalmente salmão e atum, que agradam a maioria”, fala a nutricionista Cynthia Antonaccio, de São Paulo. Aqui, ela conta quais as delícias permitidas e as armadilhas do cardápio.

Degustação liberada para quem está de dieta:

465778_407477685963768_314159668628904_1239726_1535673327_o Sashimi de salmão: uma das principais especialidades da culinária japonesa, o sashimi de salmão está liberado, já que é grande fonte de ômega 3. Por ser servido fresco, é pouco calórico – cuidado para não exagerar no molho shoyu. Calorias: 66 por unidade.

 

• Sushi e temaki: as algas, que envolvem sushis e temakis, são ricos em fibras, minerais e antioxidantes. Fique atenta à porção de arroz que acompanha as especialidades e, no temaki, prefira o cream cheese à maionese. Calorias: 35 (por sushi de salmão) e 190 (por temaki de salmão). ahigawari

• Cogumelo (shimeji): rico em fibras e proteínas, o shimeji é uma ótima opção de entrada ou acompanhamento. Apenas tome cuidado com a manteiga. Calorias: 46 por porção de 50 gramas.

 

Se quiser manter o regime, evite:

• Yakissoba: apesar de ser rica em vegetais, a especialidade é feita com massa pré-frita, que contém mais gordura saturada. Além disso, o molho que acompanha o prato é rico em sódio. Calorias: 410 por porção.

• Rolinho primavera e guioza: as duas especialidades costumam ser recheadas com legumes, no entanto, não deixa de ser fritura. “No caso do guioza, já existe a opção assada”, sugere Cynthia. Calorias: 207 (por guioza) e 218 (por rolinho).

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Fonte: revista Boa Forma

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Publicado por em fevereiro 15, 2013 em Curiosidades da culinária

 

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Gengibre: benefícios na culinária e na medicina

O gengibre é uma planta asiática, originária da Ilha de Java, da Índia e da China, de onde se difundiu pelas regiões tropicais do mundo. É conhecido na Europa desde os tempos muito remotos, para onde foi levado por meio das Cruzadas. No Brasil, o gengibre chegou menos de um século após o descobrimento. Naturalistas que visitavam o país (colônia, naquela época) achavam que se tratava de uma planta nativa, pois era comum encontrá-la em estado silvestre.

Gengibre na Culinária

Possui sabor picante e pode ser usado tanto em pratos salgados quanto nos doces e sob diversas formas, como: fresco, seco, em conserva ou cristalizado. O que não é recomendado é substituir uma forma pela outra, nas receitas, pois seus sabores são muito distintos: o gengibre seco é mais aromático e tem sabor mais suave.

Este último é amplamente utilizado na China, no Japão, na Indonésia, na Índia e na Tailândia. No Japão costuma-se usar o suco (com o gengibre espremido) para temperar frango e as conservas (beni shooga), feitas com os rizomas jovens, são consumidas puras ou com sushi. Já o gengibre cristalizado é um dos confeitos mais consumidos no Sudeste Asiático.

Gengibre na Medicina

Como planta medicinal, o gengibre é uma das mais antigas e populares do mundo. Suas propriedades terapêuticas são resultado da ação de várias substâncias, especialmente do óleo essencial que contém canfeno, felandreno, zingibereno e zingerona.

Popularmente, o chá de gengibre, feito com pedaços do rizoma fresco fervido em água, é usado no tratamento contra gripes, tosses, resfriado e até ressaca. Banhos e compressas quentes de gengibre são indicados para aliviar os sintomas de gota, artrite, dores de cabeça e na coluna, além de diminuir a congestão nasal, cólicas menstruais.

No Japão, massagens com óleo de gengibre são tratamentos tradicionais e famosos para problemas de coluna e articulações. Na fitoterapia chinesa, a raiz do gengibre é chamada de “Gan Jiang” e apresenta as propriedades acre e quente. Sua ação mais importante é a de aquecer o baço e o estômago, expelindo o frio. É usada contra a perda de apetite, membros frios, diarréia, vômitos e dor abdominal. Aquece os pulmões e transforma as secreções. Na medicina Ayurvédica, o Zingiber officinale é conhecido como “medicamento universal”.

Além desses benefícios, o gengibre também tem ação bactericida, é desintoxicante e possui poder afrodisíaco – onde seu óleo é utilizado para massagear o abdome, provocando calor ao corpo e excitando os órgãos sexuais. Na medicina chinesa tradicional, por sua reconhecida ação na circulação sangüínea, ele é utilizado contra a disfunção erétil. Uma pesquisa da Unicamp realizada em coelhos, comprovou os efeitos.

Recentemente, a OMS (Organização Mundial da Saúde) reconheceu a ação dessa planta sobre o sistema digestivo, tornando-a oficialmente indicada para evitar enjôos e náuseas, confirmando alguns dos seus usos populares, onde o gengibre é indicado na digestão de alimentos gordurosos.

Fonte: http://cozinhajaponesa.com.br

 

 
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Publicado por em novembro 19, 2012 em Curiosidades da culinária

 

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China e Japão: culinária especial para crianças

Tori Fry – frango empanado.

Hoje a equipe do Kiboo vai contar pra você que é criança – ou nem tão pequeno assim – um pouquinho das muitas curiosidades e lendas sobre a culinária e a população de dois gigantes asiáticos. Ou melhor, de dois países que ficam bem distantes do Brasil, num continente chamado Ásia.

Um é o Japão, a “terra do Sol nascente”. O apelido tem origem nos ideogramas, aqueles desenhos gráficos japoneses que formam o nome do país, e que de acordo com a tradução quer dizer “origem do Sol”. Tudo a ver!

Também vamos falar da China, o país mais populoso do mundo. Lá vivem 1.343.239.923 habitantes, é quase sete vezes maior que a população do Brasil. Ufa! Quanta gente, não é mesmo?

Conhecendo as diferenças

Apesar da proximidade geográfica, o Japão e a China possuem grandes diferenças culturais, e a culinária é um desses exemplos. E para lhe ajudar, vamos listar alguns pratos e suas origens. Só não vale esquecer de uma coisa: as duas são deliciosas e muito saudáveis.

Chop suey significa “pedaços misturados”. É um prato de origem chinesa, feito com carne e legumes, e servido com algum acompanhamento, como o arroz.

Frango Xadrez

Frango Xadrez é também de origem chinesa, é feito com cubos de frango, legumes, amendoim e temperos.

Gyosa é um pequeno pastel de origem chinesa, geralmente recheado com carne de porco e legumes. Pode ser frito ou cozido no vapor, e comumente é comido com shoyu.

Sashimi é um dos pratos japoneses mais famosos, é o conhecido “peixe cru”. São fatias finas de peixe ou frutos do mar, servidos com acompanhamentos como shoyu, gengibre e wasabi (pasta de sabor picante).

Sukiyaki é um prato japonês feito com carnes, ovo, vegetais e macarrão, cozidos em um molho especial.

Sushi é um prato de origem chinesa, no século 4 a.C, no sudeste da Ásia, onde era salgado e fermentado com arroz para preservá-lo. Chegou ao Japão no século 8, onde os consumidores japoneses preferiam comer o peixe com arroz. E assim nasceu a variante moderna japonesa, pode ter diferentes formatos e acompanhamentos, mas sempre tem como base o arroz de sushi. O tipo mais conhecido é o makizushi, que são os “rolinhos” de arroz, embrulhados em alga, com recheios que podem ser de legumes ou peixes.

Ideal para as crianças

Para as crianças, os nutricionistas sugerem que se ofereçam aos pequenos os pratos quentes. O Yakisoba (macarrão, vegetais e carne com shoyu) e o Teppanyaki (legumes, carne e arroz) são considerados perfeitos em termos de nutrientes para as crianças. Eles reúnem vitaminas e minerais, proteínas e carboidratos. Já os peixes têm ômega 3, importante para o desenvolvimento neurológico. Em relação ao uso do molho shoyu, a recomendação para os papais é a versão light do molho, que contém menos sal.

Harumaki – rolinho primavera.

 

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Sorvete, outra delícia da China

Nem precisar esperar o verão chegar, basta o tempo esquentar e logo vem aquela vontade de tomar um sorvete. Mas há também quem goste dessa delícia gelada em qualquer época do ano. Mas, você sabia que essa guloseima veio da China? E que o sorvete que consumimos hoje teve sua origem em uma mistura de neve e frutas feita há muitos séculos?

Há mais de três mil anos

Os registros mais contundentes sobre o nascimento desta iguaria revelam que há mais de três mil anos os chineses já faziam uma espécie de doce gelado com neve e frutas. Para tanto, tinham uma técnica especial de congelamento artificial e que deu origem às caldas geladas árabes chamadas de sharbet, e que, por sua vez, mais tarde se transformaram nos famosos sorvetes franceses sem leite, os sorbets. É o que conta a Associação Brasileira da Indústria do Sorvete (Abis).

É, mas a história não para por aí. De acordo com a fabricante de sorvetes Kibon, o doce chinês surgiu de uma disputa entre os cozinheiros do palácio real que buscavam eleger o inventor da receita mais saborosa e original. A vencedora foi uma mistura de neve das montanhas, suco de frutas e mel, servida ainda gelada.

Brasil

Em terras brasileiras, o doce chegou por meio de um navio norte-americano que aportou no Rio de Janeiro, em 1835, com 270 toneladas de gelo. Na época, dois comerciantes compram o tal carregamento e passaram a vender sorvetes de frutas. Nascia então a primeira sorveteria brasileira.

Mas foi apenas em 1941 que o gelado passou a ser produzido em escala industrial no país, quando foi fundada na capital fluminense a U.S. Harkson do Brasil, nos galpões da falida fábrica Gato Preto. A fábrica, já com o selo Kibon, iniciou sua distribuição em 1942 com seus carrinhos espalhando-se por toda a cidade. E, logo depois, pelo país inteiro.

Essa é mais uma delícia – gastronômica e cultural – da China que a equipe do Kiboo Sushi traz pra você. Até semana que vem!

Fontes: http://www.bbel.com.br; http://www.buongelatto.com.br

 
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Publicado por em setembro 19, 2012 em Curiosidades da culinária

 

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Na China, Gong bao; no Brasil, Frango Xadrez

Independentemente do nome, a iguaria é uma das mais consumidas no mundo.

Da milenar cozinha chinesa, o frango xadrez é um dos pratos mais consumidos no mundo. A combinação leva tenros pedaços de frango, acompanhados de cebola, pimentão verde e vermelho e amendoim. Tem, entre os seus ingredientes, a pimenta caiena, o que deixa a receita bem picante.

Sua origem vem da dinastia Qing, na província de Sichuan, onde um governador fez trabalhos importantes e reconhecidos pelo imperador. Por isso, recebera o título de Gong bao, o que significa protetor do palácio.

Origem

Mas, você deve estar se perguntando o que uma coisa tem a ver com a outra. Tudo! O fato é que o governador cozinhava muito bem, e para receber os amigos resolveu então inventar um prato. Não deu outra, o frango ficou famoso e passou a ser chamado de Gong bao ji ding. Em bom português, pedaços de frango do protetor do palácio.

No Ocidente, recebeu o nome de frango xadrez porque os ingredientes são cortados em quadrados e muito coloridos. A gente sabe que o nome é apenas um detalhe, pois, aqui como lá, o prato é extremamente gostoso e saudável. E uma importante fonte de proteínas, ferro e fósforo. Outro “segredinho” dessa iguaria passa pela forma de preparo. Assim, é fundamental o uso de uma panela wok, pois, é ela que dá um sabor especial ao prato e deixa o cozimento no ponto.

Agora que você já sabe um pouco mais dessa delícia da China, passe no Kiboo Sushi e faça uma viagem pelos sabores do frango xadrez.

 
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Publicado por em agosto 22, 2012 em Curiosidades da culinária

 

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Wagashi: direto do Japão

O nome pode até soar meio estranho, para os leigos. Estranho ou não, o certo é que as guloseimas são de dar água na boca. Estamos falando dos Wagashi, palavra que, em japonês, é usada para indicar uma variedade de doces tipicamente japoneses. Nada mais é uma contraposição à expressão Yogashi, uma referência aos doces de origem ocidental.

As opções são inúmeras, entre elas, Aanmitsu, Ddango, Yōkan, Manju, Kusa mochi, Monaka, Rakugan. No entanto, pode-se dizer que todos têm praticamente os mesmos ingredientes: azuki, farinha de trigo, de arroz (vários tipos), feijão, soja, batatas, gergelim e açúcar. Contudo, há vários métodos e técnicas de preparo. 

Na terra do sol nascente, a produção dos Wagashi é considerada uma arte e a qualidade dos docinhos está ligada diretamente à qualidade das matérias-primas empregadas. Ou ainda, de acordo com região, província ou cidade. Lá, podem ser encontrados desde em supermercados às lojas especializadas.

História

A origem do doce é antiga, e intrínseca à cultura japonesa. Conta-se que, na antiguidade, os doces conhecidos pelos japoneses eram basicamente os frutos. Com o cultivo diversificado de cereais, surgiu o moti, bolinhos de arroz, e o dango, mistura de cereal e água, assado em forma de bolinhos.

Ainda no século IX, foram introduzidas técnicas chinesas de produção. Em sua maioria, eram fritos e feitos a partir das farinhas de cereais. À época, eram chamados de Karagashi, doces da dinastia Tang, e servidos nas oferendas aos Deuses.

Influências

No século XVI, quando os portugueses desembarcaram no Japão, levaram pão-de-ló, biscoitos e confeitos. Assim, o Karagashie – doces portugueses – influenciaram na técnica de preparo do wagashi, que com o aperfeiçoamento popularizou-se por todo o país.

Está sempre presente nas cerimônias tradicionais daquele país, como no Oshougatsu, Ano Novo, Hinamatsuri (dia das meninas, tango no sekku), Dia das crianças, Tsukimi (dia de apreciação da Lua) e principalmente em Ochakai e na cerimônia do chá.

Vale a pena experimentar essa delícia japonesa, saborosa e recheada de história.

Fontes: Nipocultura e Onívoro.

 

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Salmão, além de saboroso, traz uma série de benefícios ao corpo

Habitante de águas frias, o salmão é conhecido por ser uma fonte de ácidos graxos ômega-3. Importantíssimo ao organismo humano pela propriedade de evitar as placas obstrutivas das artérias, o ômega 3 também combate os triglicerídeos e diminui o colesterol.

Segundo pesquisadores que conduziram estudos científicos sobre os benefícios da alimentação no organismo humano, um prato de salmão – se consumido pelo menos três vezes por semana – já garante vários benefícios à saúde de idosos, adultos e crianças. O peixe é uma fonte rica em proteínas que possuem um valor nutritivo muito alto, sendo superior inclusive as que são encontradas nas carnes de boi e porco, por exemplo.

Além disso, as proteínas encontradas nos peixes favorecem o processo de digestão. Normalmente, para desfrutar totalmente dos benefícios que o salmão oferece, os profissionais especializados em nutrição recomendam uma ingestão de cento e oitenta gramas por dia, podendo ser consumido grelhado, em forma de sashimi ou assado.

Bom para o coração

De acordo com pesquisadores da Associação Americana do Coração, mesmo as pessoas que não apresentam nenhum problema cardíaco podem se beneficiar com o consumo de peixes. Um estudo recente, feito com mais de vinte mil médicos, conhecido como Estudo da Saúde dos Médicos, levantou a hipótese de que a ingestão do salmão pode diminuir em até 80% o risco do indivíduo sofrer algum ataque cardíaco.

Músculos fortes

De acordo com estudo científico norte-americano, o salmão poderia auxiliar o indivíduo a tonificar seus músculos corporais, pois o peixe – junto com outros alimentos como legumes, verduras, frutas e grãos – tem a propriedade de combater os radicais livres que são responsáveis pela diminuição da produção de colágeno, reduzem o armazenamento de tecido adiposo no corpo humano e aumentam o tônus muscular, sendo excelente para aqueles que praticam atividades físicas para obterem um corpo magro e definido.

 
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Publicado por em julho 18, 2012 em Curiosidades da culinária

 

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